Arquivos de tags: João Bosco Bezerra Bonfim
Trecho do Rio Poty, à altura da Barra do Riacho Seco

Esvaem-se os rios

por João Bosco Bezerra Bonfim

  Corre o ano da graça De dois mil e dezesseis Esvaem-se os rios Menos calha a cada vez escassos vasos exangues Já no janeiro mês.

Leia mais

I Noite Literária do Colégio Impacto COC Brazlândia

por João Bosco Bezerra Bonfim

Pela Mostra Itinerante de Poesia, participo neste dia 2 de dezembro da I Noite Literária do Colégio Impacto COC Brazlândia. Juntamente com os poetas Vanderley Costa, Vicente Sá e Ádyla Maciel e do músico Chico Nogueira, estarei ao lado dos alunos e professores, que elaboraram diversas apresentações de clássicos da poesia brasileira. Alunos do 9º ano, […]

Leia mais

Conversa sobre poesia na Escola Moara

por João Bosco Bezerra Bonfim

A convite da Professora Letícia Aquino, estive conversando sobre poesia com os alunos do nono ano; e ainda tive oportunidade de uma rápida leitura de Era uma vez uma Maria Farinha. Para os do nono ano, um pessoal bastante perguntador, fizemos boas reflexões sobre o processo criativo da poesia. O convite foi da professora Letícia […]

Leia mais

Conto nublado

por João Bosco Bezerra Bonfim

Conto nublado                   [em memória de Guilherme de Almeida   E  vem de lá a noite Com sua luz tão fria Clareando a mancha Que projetara o dia   E bota a cara a lua Com luz fina e densa Colhendo as sombras Das águas mais mansas […]

Leia mais

oásis

por João Bosco Bezerra Bonfim

  cavalo de pau       para o sol, amena sombra para as choupanas serena telha ouro em pó, preciosa cera mas não é dessa carnaúba que falo falo daquela que do engenhoso talo com orelhas cabresto olhos focinho rabo fez-me meu pai trotante cavalo do livro passagens terrâneas e subterrâneas, LGE/FAC, Brasília, 2003 […]

Leia mais

Fábula do Pequi

por João Bosco Bezerra Bonfim

              I Fábula do Pequi Era uma vez, deserto no Cerrado, Em amarelo-escandaloso, flor, Que, em boa hora, gostosa de si, Ourivesou finíssimo sabor. Mas em seu verde cansada si esteve, Janus bifronte sem qualquer pudor, Macho-e-fêmea, si famigerava: A fome matava só com seu olor. Então, voou seu […]

Leia mais

Canto chão

por João Bosco Bezerra Bonfim

Se me fosse dado ter voz, Cantava? E se ouvidos houvesse – e de Vós viesse esse som – Sussurrar ou suspirar havia de? Não. Um canto não me basta. ‘Inda mais um cantochão! Mesmo que cantado por Monjas beneditinas Ou por Clarissas, nas calçadas. Então, para que Vós, Se mudo me mandam Cruzar esse […]

Leia mais

viajante

por João Bosco Bezerra Bonfim

em leito delicioso de pedra assentei o meu peito donde frutuosos brotos encarnados afloram perfeitos (do meu livro passagens terrâneas e subterrâneas)

Leia mais