Arquivos | Cordel RSS feed para esta seção

O cordel no programa Iluminuras, da TV Justiça

por João Bosco Bezerra Bonfim

Nesse programa, explico um pouco dessa história de contar histórias em versos.

Leia mais

Cordel da Argumentação

por João Bosco Bezerra Bonfim

Aprenda como montar uma argumentação, com este cordel. Valei-me São Rui Barbosa, protetor dos oradores, nesta hora, neste dia, invoco os seus favores: um discurso de encantar os ouvintes e os leitores. Todo argumentador deve ter sua ciência. Por isso, neste cordel, eu peço sua licença para lembrar os passos dessa arte de excelência. Para […]

Leia mais

O jumento e o boi em cordel – entrevista no Rascunho

por João Bosco Bezerra Bonfim

Entrevista no Rascunho de outubro, p. 17.

Leia mais

Dona Mariinha faz cem anos

por João Bosco Bezerra Bonfim

Pra saber de Mariinha A de ontem e a de amanhã Precisa já ter comido Do cuscuz de mucunã! Neste nove de agosto Aqui no Riacho Seco Mariinha faz cem anos De vera, não arremedo Enfrentou noventa e nove Por que dos cem terá medo? Nascida em São Gonçalo Que era de Independência Hoje Quiterionópolis […]

Leia mais

Como usar o cordel em sala de aula?

por João Bosco Bezerra Bonfim

Este vídeo faz parte de uma série que gravei para o portal da EBC voltado para crianças e educadores. O texto completo se encontra no link abaixo: O cordel é a chama alegre da cultura brasileira.

Leia mais

O cão sem flores – nova do Fabulário Conciso para Tempos Inclementes

por João Bosco Bezerra Bonfim

IX O cão sem flores Nenhum lugar no mundo é mais propicio Para se enterrar tesouro valioso: O jardim, onde se planta o osso. Todo cachorro sabe esse ofício. Data do tempo da fome canina O bom hábito de fazer poupança Quando faltar a matéria mais fina Saca-se do jardim, enche-se a pança. Mas outra […]

Leia mais

Canta, Cândido Bezerra

por João Bosco Bezerra Bonfim

Na Barra do Riacho Seco, no ano de dezessete, um cândido fez que nasceu, mas já pintando o sete: amansava burro brabo; na sela que nem chiclete. De Cândido só o nome: não era nada inocente. Nadador só de braçada, atravessava as enchentes nesse rio quando cheio com a balsa passava a gente. Morador de […]

Leia mais

Bebedouro – ou a Peleja de Dona Onça e Seu Macaco

por João Bosco Bezerra Bonfim

                    VII Bebedouro   Por sete dias a fio Veio a Onça beber água Que passarinho não bebe Mas não bebia nem nada Essa felina danada:   Só de olho no macaco Que tardava sua chegada Mesmo morrendo de sede O barato recusava.   Porém, usando […]

Leia mais