Arquivos | julho, 2016

Retrato

por João Bosco Bezerra Bonfim

Traz a morte entre-os-dentes, sob as bochechas coloridas, abaixo do sol do olhar, na pálbebra descaída.   Mas não ressuscita senão quando escancara um riso. Que se tão sério no esquerdo, No olho direito é sem siso.   Num canto, um lábio sobe, no outro, desce, impreciso. Balanço sustido no galho,   ao vento, o […]

Leia mais

O canto do Poty

por João Bosco Bezerra Bonfim

    I Ribeirinhos do rio sagrado Beiradeiros do Rio Poty Já se escoam na areia tuas águas Ribeirinhos, meus cantos ouvi! No sertão, a Acauã deu um grito Medonho riso desses de espantar Marmeleiros tremeram seus galhos E Acauã começou a gritar. Salto em susto da rede espichada Alarmado, as caveiras eu vi Relanceavam […]

Leia mais