Arquivos | 12 de março de 2013

Canta, Cândido Bezerra

por João Bosco Bezerra Bonfim

Na Barra do Riacho Seco, no ano de dezessete, um cândido fez que nasceu, mas já pintando o sete: amansava burro brabo; na sela que nem chiclete. De Cândido só o nome: não era nada inocente. Nadador só de braçada, atravessava as enchentes nesse rio quando cheio com a balsa passava a gente. Morador de […]

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