Arquivos | 29 de janeiro de 2013

presente

por João Bosco Bezerra Bonfim

      Entanto gira a roda como um carrapeta Incessante, beco sem porta, ida à imensidade Não se pergunte o porquê de o assim girar, às tontas Apenas se guie pelos labirintos Que nunca desvela as pontas Conta de chegada = casa de partida: Tão mais se esquece quem foi Quanto mais próxima é […]

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telemensagem

por João Bosco Bezerra Bonfim

bebi cada gota saliva sorvi de amor destiladas palavras de longe relidas ecos que da fonte perdi João Bosco Bezerra Bonfim

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