Arquivos | 11 de janeiro de 2013

Mas eis que o nada sempre se oferta

por João Bosco Bezerra Bonfim

Mas eis que o nada sempre se oferta Esse nada entre negror e clarão: Um fogo gelado que sem alarde Suspende fígado, rins e pulmão. E é nessas horas mortas das almas, Quando pleno vazio me inflama, De um torpor gélido de sentir Como que ao nada de volta chama: – Vem, que aqui já […]

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