Arquivos | 10 de janeiro de 2013

Na horta

por João Bosco Bezerra Bonfim

Se me recolho com meus poetas E com eles me molho Não há consolo

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Valham-nos as setas de Dom Sebastião

por João Bosco Bezerra Bonfim

Há santos pelos altares Valentes em profusão Outros tantos mártires Ceifados de devoção Mas nenhum tão eloquente Quanto SãoSebastião: Morto uma vez e outra: Numa, varado de flechas, Noutra, açoitado, por cristão. Depois, nas areias de Alcácer-Qibir Mártir dePortugal Sempre por revir Há de o império redimir Mesmo que em Pedra Bonita Ou em ilha […]

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Mesmo que o longe se apresente

por João Bosco Bezerra Bonfim

Mesmo que o longe se apresente Não neste horizonte do crer Só quem pressente mais longe Há de, decerto, saber: Se há vida ou não, depois, É questão de estar alerta Pois se nem desta se sabe Se estará posta e certa: Vida é mais, pois que ambígua Vida é mais que a percebida E […]

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João Bosco Bezerra Bonfim no programa Iluminuras, da TV Justiça

por João Bosco Bezerra Bonfim

A revista eletrônica da TV Justiça entrevista João Bosco Bezerra Bonfim, que fala sobre a arte verbal do cordel.

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